Blitzcallig é o novo termo para empresas que crescem rápido

Não é por acaso que muitas empresas conseguem um crescimento vertiginoso quando encontram um nicho em que possam atuar com uma estratégia eficiente e gerar interesse pelos consumidores ou clientes. Um desses casos é o empresário Ray Kroc, ao conhecer o MCDonald’s, uma lanchonete quase familiar em São Bernadino, Califórnia, enxergou uma oportunidade de expandir o negócio, pois em apenas 30 segundos os sanduíches eram entregues aos clientes, ao contrário do que acontecia nos restaurantes do país que demoravam em torno de 30 minutos nas vezes em que o pedido era corretamente feito.

Depois de seis anos abrindo franquias do MCDonald’s, o empresário Kroc havia conseguido 130 lojas em 17 estados dos EUA, sem precisar financiar todo o processo. Na década de 70, o número se expandiu ainda mais, 1600 lojas estavam presentes em 50 estados americanos e em cinco países estrangeiros. Essa aceleração da empresa considerada rápida, de acordo com o professor Newton Cardoso, da FGV, é chamada de “blitzcaling”.

Empresas que atualmente estão fazendo parte do dia a dia de muitos clientes como o Google, Facebook, Amazon, Linked In, Uber, Waze e Paypal, são exemplos de negócios que tiveram o seu avanço relativamente rápido. Quem teria criado o termo blitzcaling seria o fundador do Linked In, Reid Hoffman, juntamente com amigos. Essa nova palavra desperta em muitos empreendedores iniciantes a possibilidade de investir em um ramo que possa apresentar alto desempenho, e consequentemente trazer uma fortuna bilionária.

Em uma entrevista para a Harvard Business Review, o fundador do Linked In haveria afirmado que esse termo estaria mais próximo das startups de tecnologia, pois apresentam maiores possibilidades de ascensão acelerada. Uma estratégia que não pode ser deixada é acompanhar o crescimento do negócio antes que os concorrentes consigam isso, ou antes mesmo que a demanda tenham um avanço que não possa ser suportado pela empresa. No caso do site Paypal, Hoffmann que também foi um dos fundadores, afirmou que nos anos 2000, o crescimento de pagamentos chegava de 2% até 5% por dia, um desafio que a empresa precisava ser capaz de cumprir e que teve sucesso com a melhoria dos serviços.

Social Bank tem empréstimo baixo e cartão pré-pago sem taxa

Quem precisa de dinheiro para satisfazer necessidades básicas ou para pagar despesas originadas de imprevistos, em geral se recorrer aos bancos terá que pagar juros relativamente altos, mas com a nova start-up que o empresário Carlos Wizard Martins está lançando, será mais fácil conseguir dinheiro emprestado a juros muito baixos.

O próprio empresário dono da rede de idiomas Wizard e de marcas como Topper, Rainha, Taco Bell e Mundo Verde, disponibilizará R$ 1 milhão para ser emprestado em sua nova empresa.

A fintech teve seu lançamento dia 17 de outubro, os juros cobrados pelo empréstimo terão um valor de 0,5% ao mês, muito menor do que o praticado no mercado. Segundo uma pesquisa do Procon-SP, em geral os bancos cobram uma taxa média de 6,33% ao mês para empréstimos pessoais e para cheque especial seria cobrado o valor de 14,40% ao mês.

A proposta da start-up seria propiciar um empréstimo mais acessível e de valores pequenos como R$ 5.000,00 para diferentes pessoas, mas não existe um limite previamente definido de valor. O empresário diz que pretende ajudar as pessoas com suas questões financeiras através dessa empresa.

Na plataforma será possível que as pessoas físicas emprestem também para outras pessoas de uma maneira totalmente segura a juros baixos de 0% a 2%, de acordo com a negociação que será realizada. A taxa fixa para o empréstimo proporcionado pela fintech é de 0,5%.

Para obter o empréstimo é preciso ter uma conta na empresa que pode ser criada através do aplicativo do Social Bank disponível para Apple Store e Google Play. No cadastro o próprio número do celular se torna o número da conta.

Quem for pedir o empréstimo poderá escolher a quantia que prefere e organizar a forma de pagamento. Uma análise de crédito será realizada para que a aprovação seja feita, uma classificação ao usuário será feita pelas cores verde, amarelo ou vermelho, então o credor decidirá se aceitará ou não a proposta. O Social Bank oferecerá serviços de DOC e TED para outros bancos, saques em lotéricas e um cartão pré-pago sem taxas.

 

Quais são os sinais de que o seu empreendimento pode dar errado?

De tempos em tempos, toda empresa precisa realizar uma avaliação da saúde financeira do empreendimento. Compreender de maneira clara as finanças auxilia no planejamento e assim, a chegar ao sucesso de maneira mais fácil.

questões como uma análise diária dos negócios, agilidade para sair dos problemas e criatividade são essenciais na hora de começar um negócio e ao longo do empreendimento, quando as dificuldades vão surgindo. Prestar atenção nestes sinais é imprescindível para ser bem sucedido.

Outro sinal que também pode demonstrar como o empreendimento pode dar errado é a lucratividade, qual o percentual de lucro em relação ás vendas. Caso a lucratividade esteja negativa, o negócio está dando prejuízo, para sair desta situação é necessário executar um plano de emergência para se recuperar, por isso ter um capital de giro é essencial.

Caso você necessite recorrer de maneira frequente ao capital externo, é bom prestar atenção, pois também pode ser outro indicativo de que algo não está funcionando da maneira correta. Nesta situação, avalie se o estoque está sendo bem gerido, se você está precisando pegar empréstimos com frequência e se o negócio está tendo um custo fixo elevado, maior do que você pode aguentar. Ao analisar todos estes fatores e colocar tudo na “balança” é possível analisar com clareza se o negócio vale ou não a pena.

Ao se trabalhar com varejo é essencial analisar e estar sempre atento ao Ticket Médio, já que o mesmo pode ser um importante indicador. O chamado Ticket Médio nada mais é do que o valor/quantidade média vendida por cliente feito por hora, dia ou vendedor, além de fazer um comparativo a outras operações. Este indicador é importante pois qualquer valor elevado já tem uma diferença quantitativa substancial no faturamento, o que pode ser feito principalmente através de uma oferta maior e variada de produtos.

Outro sinal recorrente, mas que não é muito levado em conta pelos empreendedores é de que se tem muitos clientes entrando no seu estabelecimento, mas poucos comprando, alguma coisa está errada, essa é a chamada taxa de conversão. Quando a taxa de conversão está ruim significa que o empreendedor não está conseguindo realizar o seu principal objetivo, já que não está fechando negócio. Para que a taxa suma é necessário investir de maneira pesada nos vendedores e analisar bem o local do empreendimento para adequar as estratégias de venda, já que shoppings, por exemplo, costumam ser mais baixas as taxas de conversão, enquanto em lojas de rua é bem melhor.

Desperdício de alimentos pode ser transformado em negócio, diz Sebrae

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Um evento realizado pelo Sebrae entre os dias 26 e 28 de outubro de 2017, tratou do tema gastronomia sustentável, mostrando para o público presente a importância de aproveitar os alimentos na cozinha e reduzir o desperdício. O Semana Mesa SP, realizado no Memorial América Latina, localizado em São Paulo, contou com a participação de Fernanda Luvezuto, personal chef, e com a presença de Mariana Pelozio, finalista do reality show Hell’s Kitchen – Cozinha Sob Pressão (SBT).

As convidadas para o evento deram dicas e ensinaram o público a preparar vários pratos, onde foram utilizados somente ingredientes encontrados no Brasil. Elas também ensinaram a como empratar e a técnica de food design, técnica que tem como objetivo buscar a parte estética do prato.

O objetivo principal do Sebrae é mostrar para os pequenos empreendedores as oportunidades de negócios voltados para a área de alimentação junto a questão do desperdício de alimentos. A valorização da agricultura, a conservação de toda a rica biodiversidade brasileira, o estímulo à pecuária e ao maior consumo de alimentos orgânicos, fizeram parte da proposta do Sebrae.

Segundo Vinicius Lages, diretor de Administração e Finanças do Sebrae, o desperdício constatado na cozinha pode ser evitado quando a conscientização para esse fato é abordada. “O descarte de sementes, cascas, entrecascas, folhas e talos dos alimentos deve ser evitado. Com criatividade e originalidade, esses ingredientes podem ter aproveitamento total no preparo de pratos e até ser o elemento diferencial no negócio”.

“O aproveitamento integral de alimentos contribui não só para o enriquecimento nutricional da dieta diária das pessoas e para a redução do detrito orgânico, como também proporciona uma maior variedade nas preparações dos pratos e economia no orçamento familiar, além de colaborar para preservação do planeta”, diz a gerente de Atendimento Setorial Comércio e Serviços (UASCS), Ana Clévia Guerreiro.

O descarte de alimentos no Brasil chega a 40 mil toneladas diárias, segundo dados da Embrapa – Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária. Segundo o IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, se essa quantidade de alimento fosse melhor direcionada, 19 milhões de brasileiros poderiam ser beneficiados com esse suprimento, o equivalente a 9,15% de toda a população do Brasil.

 

Contabilidade internacional é tema de livro lançado por sócio de Ricardo Tosto

Em 26 de outubro de 2017, Carlos Henrique Crosata Delgado lançou sua obra batizada de “Contabilidade IFRS e IRPJ – Efeitos da nova contabilidade internacional sobre a tributação da renda”. O profissional e agora escritor é atualmente um membro da advocacia Leite, Tosto e Barros, estabelecimento onde também atua Ricardo Tosto. O livro que possui como base a própria experiência do autor acerca do assunto, foi publicado pela editora Lumen Júris, mesma responsável pela organização de um evento para lançá-lo na Livraria da Vila, na capital paulista.

As questões abordadas pelo sócio de Ricardo Tosto através de seu livro são tidas como de suma importância para quem trabalha na área jurídica, uma vez que se trata de algo presente no Brasil e em todos os outros países que pautam seus serviços na contabilidade internacional. Por possuir grande complexidade, conforme estudiosos do assunto, o tema também é considerado de profunda repercussão em diversos segmentos, sobretudo naqueles que atuam relacionados à economia.

Uma das siglas presentes do título da obra, a terminologia IFRS (International Financial Reporting Standards) refere-se a uma prática considerada como desafiadora por quem atua no campo jurídico, esclarece Delgado. Segundo o autor e parceiro de trabalho de Ricardo Tosto, isso ocorre em razão dos trâmites contábeis internacionais demandarem consultas às novas leis e ao Código Tributário Nacional para que os profissionais responsáveis possam saber a origem dos fatos contábeis que geram a obrigação tributária de rendas declaradas.

O livro de Delgado é classificado como de ordem técnica, servindo como norteador aos leitores que trabalham na área jurídica. O volume conta com 316 páginas e passará a ser vendido por R$ 88,00 em algumas livrarias do país. Sobre a vida acadêmica do autor, sabe-se que ele foi aluno da Pontifícia Universidade Católica (PUC/SP), onde se formou em Direito. Na USP (Universidade de São Paulo) ele se dedicou à conclusão de seu mestrado. Além disso, o advogado e escritor é detentor de várias especializações convergentes à área jurídica, assim como o sócio-fundador da Leite, Tosto e Barros, Ricardo Tosto.

Embora possua formação acadêmica para atuar em diversas áreas do saber jurídico, Delgado possui especial predileção pelos seguimentos que lidam com tributos e contencioso. Em relação à sua trajetória profissional, o autor já trabalhou na área jurídica de uma multinacional, como defensor em processos de natureza empresarial e também como gestor de uma empresa. Dentre suas atuações de maior destaque, o advogado é lembrado pela presença em um processo de uma organização que trabalha com derivados de cana.

Além de Delgado e Ricardo Tosto, muitos outros profissionais compõem o escritório Leite, Tosto e Barros. Presentes em Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília, as unidades da advocacia possuem estrutura para o recebimento de causas de diferentes origens. Preocupados com o nível dos serviços oferecidos, os sócios procuram submeter os trabalhos da instituição a constantes avaliações de renomados diretórios jurídicos. Em 2017 foi a vez da empresa ser analisada pelo Chambers Latin America e pelo Latin Lawyer 250, dentre outras organizações com funções semelhantes.

 

Desafio promovido pelo Sebrae ajuda no desenvolvimento de startups no país

Um desafio voltado para o desenvolvimento do empreendedorismo no Brasil, contou com a participação de várias Startups no Sebrae Like a Boss 1 UP, realizado nos dias 26 e 27 de outubro de 2017. Essa competição que acontece desde o início do ano, tendo início na Campus Party São Paulo, teve na grande final 32 participantes, ao mesmo tempo que a CASE – Conferência Anual de Startups e Empreendedorismo – estava acontecendo. O final da competição contou com três rounds, um no dia 26 e outros dois no dia 27 de outubro. O evento CASE é considerado o maior evento de startups da América Latina.

Foram 25 investidores participantes da banca avaliadora, o que também foi uma ótima oportunidade para a consolidação de projetos e parcerias entre investidores e competidores. A realização do CASE tem o poder de reunir importantes players que fazem parte do mercado. As duas startups vencedoras ganharam um microcomputador e tiveram a oportunidade de fechar contrato com investidores. O Sebrae esteve presente em todas as etapas da competição, proporcionando apoios aos participantes e muita orientação profissional.

“O Sebrae vem acompanhando de perto o crescimento de negócios inovadores, incluindo o movimento ascendente das startups no Brasil. E vem se firmando como referência para os empreendedores interessados nesse modelo de negócio. Em 2014, o Sebrae tinha quatro projetos de startups ativos. Hoje, a expectativa é realizar 1.950 atendimentos até o fim deste ano”, explica Heloisa Menezes, diretora técnica no exercício da presidência da instituição.

Realizar empreendedorismo através de uma startup, significa se abrir para ideias diferentes e trabalhar em grupo podendo contar somente com a incerteza. Manter uma startup funcionando e gerando receita, exige bastante conhecimento e disciplina. De acordo com a ABStartups – Associação Brasileira de Startups, houve o surgimento de um grande número de empresas em 2015, totalizando 4.151 novas empresas no ramo, equivalente a um crescimento de 18,6%.

O Sebrae também marcou presença no evento CASE, onde teve um estande com várias atividades com foco voltado para o desenvolvimento e orientações a toda forma de empreendedorismo. Este ano, o Sebrae comemora 45 anos, e já ajudou muito o país neste período de existência.

 

Parque Cidade Jardim – conheça o complexo de alto padrão de José Auriemo Neto

A ideia de José Auriemo Neto, presidente da JHSF era construir um supercomplexo residencial na marginal Pinheiros, no centro de São Paulo. O empreendimento de luxo iria incluir torres com apartamentos, torres destinadas a escritórios comerciais e um shopping de luxo. Dessa forma não era necessário ter de se deslocar de casa para trabalhar e se divertir, fugindo do trânsito e da insegurança da capital.

De início seu pai, Fábio Auriemo foi contra, mas logo foi convencido pelo filho de que ali poderia abrigar um grande empreendimento destinado ao mercado de alto padrão. “Disse a ele para esquecer o assunto, que o lugar não servia para um empreendimento desses”, recorda Fábio.

Apesar da recusa, José Auriemo Neto (Zeco como é conhecido pelos mais próximos), estava decidido e conseguiu o aval do pai. “Ele mostrou que a entrada poderia ser pelos fundos, numa área residencial,” ressalta Fábio Auriemo.

Pouco tempo depois adquirido o terreno de 80 mil m² da Eletropaulo por R$ 50 milhões e logo começaram as obras do Parque Cidade Jardim, complexo que abriga nove torres residenciais três comerciais, um shopping de alto padrão e um hotel.

O empreendimento também exigiu investimentos em certificados de potencial adicional de construção (Cepacs). Ao todo foram 50 milhões de reais desprendidos para a construção de prédios com andares acima do limite permitido para a região, mais 2,8 milhões de reais para a retirada de setenta famílias de uma favela próxima ao terreno, além dos custos com a obra.

Na época em que foram inauguradas as primeiras torres, os apartamentos mais em conta foram vendidos por R$ 2 milhões cada. Era apartamentos de 240 metros quadrados, contudo os maiores de 1,8 mil metros quadrados chegaram a ser vendidos na época por R$ 18 milhões.

Estima-se ainda que a receita total do empreendimento rendeu a empresa de José Auriemo Neto o montante de 1,78 bilhão de reais. Isso sem contabilizar os ganhos com a receita do shopping, do hotel e de escritórios alugados.

O shopping merece destaque. O centro comercial de alto padrão foi inspirado no Bal Harbour Shops, de Miami e conta com lojas famosas como Empório Fasano, Ermenegildo Zegna, Montblanc, Armani, Louis Vuitton, La Perla, além de cinemas Cinemark, praça de alimentação completa, Academia Reebok, agências bancárias, entre outras opções de lazer e consumo.

Trata-se de um empreendimento que busca atender bem o mercado de luxo paulistano. Algo pouco praticado nas últimas décadas, destaca Paulo Pompéia, diretor da Embraesp (Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio). “Nas décadas de 80 e 90, pouco se lançou no mercado imobiliário para o segmento de luxo”, completa o diretor.

Conheça mais sobre o executivo José Auriemo Neto

É o empresário presidente da JHSF Participações. O paulistano casou-se com a administradora de empresas Mariana Landmann Auriemo e pai de Olivia de 8 anos e Antonio de 11 anos.

José Auriemo Neto está a frente de empreendimentos de sucesso como Residencial Fazenda Boa Vista, residencial no interior de São Paulo, o Outlet Catarina fashion, na rodovia Castelo Branco, entre outros.

 

A conta de luz com a bandeira tarifária máxima não será suficiente para bancar o custo de energia gasto pelas distribuidoras

De acordo com o presidente da associação que responde pelos investidores desse segmento, a elevação do valor cobrado da tarifa máxima da conta de energia, não irá ser suficiente para pagar os gastos das companhias distribuidoras.

Nessa semana foi aceito pela Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica), um aumento acima de 40% nos valores da bandeira vermelha de nível 2, que no momento é a que está em vigor, em consequência da escassez de chuvas nos locais onde ficam os reservatórios das usinas hidrelétricas do país, já que esse é o mais importante fornecedor de energia no território nacional.

Com essas medidas, as distribuidoras irão captar valores adicionais que giram em torno de R$ 1 bilhão, até o fim desse ano. Mas o valor da aquisição de energia térmica até o final do ano, está estimado em R$ 6 bilhões, foi o que explicou Nelson Leite, presidente da Abradee (Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica). Ele ainda acrescenta que serão necessárias outras medidas, porque os valores de custo estão bem mais altos.

Essas  bandeiras de taxa de energia  foram criadas há dois anos, para que quando acontecesse uma queda na oferta de energia, houvesse um aumento na conta do consumidor de acordo com a necessidade do momento. Com isso o consumo cai e possibilita o pagamento das distribuidoras, pela energia mais cara gerada pelas usinas termelétricas, que precisam ser ativadas quando os reservatórios de água estão baixos e a distribuição de energia pelas usinas hidrelétricas ficam em estado crítico.

Nelson Leite ainda disse que as distribuidoras já entregaram uma proposta para a Aneel, apresentando soluções para acabar com o rombo do caixa, de forma que as consequências não causem impactos significativos nos consumidores brasileiros. Mas mesmo com todas essas medidas, esse problema só deverá ser resolvido com aumentos adicionais nas contas de luz.

As distribuidoras de energia estão correndo o risco de não terem como pagar a energia, que foi produzida pelas usinas termelétricas no país.

O prazo para o pagamento das térmicas pelas distribuidoras é dia 8 e 9 de novembro, quando a CCEE (Câmara de Comercialização de Energia Elétrica), fará a quitação das operações referentes ao mês de setembro para o mercado energético.

 

Análise de PMI para viabilizar leilão de rodovia que liga os estados de Minas e Goiás é concluída por EPL, destaca Felipe Montoro Jens

Já foi concluída pela Empresa de Planejamento e Logística (EPL) a análise dos estudos do trecho das rodovias BR-364 e BR-365, que deve ir a leilão ainda em 2017. Trata-se de um importante corredor para o escoamento da produção agroindustrial do sudeste goiano e do Triângulo Mineiro. São 437 km de extensão entre a estrada que liga a cidade de Uberlândia, no Estado de Minas Gerais, e a cidade de Jataí, no Estado de Goiás. O especialista em Projetos de Infraestrutura, Felipe Montoro Jens, reporta que os estudos iniciais foram realizados na modalidade de Procedimento de Manifestação de Interesse (PMI).

Qualificada pelo Conselho do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI), a concessão do trecho das rodovias BR-364 e BR-365 será muito positiva para o processo de recuperação da economia, bem como na retomada da geração de empregos para o país.

O relatório que será enviado ao Tribunal de Contas da União (TCU), previamente à realização do leilão do empreendimento, é composto pelo material revisado que incorpora as contribuições recebidas nas audiências públicas, salienta Felipe Montoro Jens, que ainda destaca que, para contemplar os ajustes, a Empresa de Planejamento e Logística fez a análise do material produzido inicialmente, com base em dados técnicos e projeções de demanda e investimentos necessários, obtidos com rigor e confiabilidade.

No projeto de concessão da Rodovia de Integração do Sul, esse mesmo procedimento também foi realizado. Ou seja, a EPL concluiu os estudos para otimização de soluções de engenharia e de operação rodoviária e entregou o relatório para aprovação do TCU, ressalta Felipe Montoro Jens.

A BR-101, em Santa Catarina, que ainda está em fase de análise, é outra rodovia que passará pelo processo de revisão em busca de uma modelagem melhor e mais econômica.

A EPL

Com a missão de planejar os transportes e a logística do País, a Empresa de Planejamento e Logística é uma companhia pública brasileira, constituída sob a forma de sociedade anônima de capital fechado, vinculada à Secretária-geral da Presidência da República, por meio da Secretaria Especial do Programa de Parcerias de Investimentos, com personalidade jurídica de direito privado, patrimônio próprio, e autonomia administrativa e financeira, reproduz o especialista em Projetos de Infraestrutura, Felipe Montoro Jens.

O papel da EPL é o de garantir que os projetos de infraestrutura sejam sustentáveis, economicamente viáveis, atendam às reais necessidades do Brasil e, além disso, também sejam atrativos para os investidores.

Felipe Montoro Jens reporta que o trabalho realizado pela Empresa de Planejamento e Logística tende a atrair um número maior de interessados na concessão, visto que oferece informações claras e disponíveis a todos. Situação que permite que os futuros concessionários estudem o negócio e façam seu planejamento em condições igualitárias.

Supera os 7 milhões o número de empreendedores adeptos ao MEI

Alguns dos levantamentos específicos realizados pelo Sebrae – Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas vêm revelando a crescente adesão de trabalhadores informais brasileiros a formalização através do MEI – Microempreendedor Individual. Em pesquisa recém-divulgada pelo órgão, em nove anos o país contou com a formalização de mais de 7,5 milhões de empreendedores atuantes nos mais variados segmentos de mercado.

A formalização oferece inúmeros benefícios ao empreendedor. Com a legalização do negócio é permitido ao microempreendedor emitir nota fiscal, conseguir maquininhas de cartão para a realização de vendas, participar de licitações públicas, adquirir maior facilidade para empréstimos e descontos na compra de insumos e matéria-prima. Além disso, o pagamento mensal da contribuição permite que o MEI se torne segurado da Previdência Social do INSS conseguindo o direito de receber aposentadoria, e, se necessário, salário-maternidade e auxílio-saúde.

Até 2017, a principal exigência para o enquadramento no MEI era ter um faturamento máximo de R$60 mil anual. Já para o ano de 2018, o Comitê Gestor do Simples Nacional decidiu que o valor limite de rendimento não deverá ultrapassar o valor de R$81 mil ao ano.

Outro levantamento importante efetuado pelo Sebrae em parceria com a MindMiners (empresa especializada em pesquisa digital) revelou que, nos últimos três anos e meio, cerca de 11,1 milhões de empresas foram abertas por necessidade. Segundo o Serasa Experian de Nascimento de Empresas “O empreendedorismo de necessidade segue pautando a criação de novas empresas o País”, sendo a abertura de negócios uma alternativa para aqueles que buscam novas fontes de renda para seu sustento.

Em janeiro de 2017 foi contabilizado o “nascimento oficial” de 159.522 microempreendedores individuais, mais de 16% sobre o mesmo período de 2016.

Um dos indicadores mensurados pelo Serasa Experian mostrou que em sete anos a formalização do microempreendedor individual no Brasil passou de 25,5% registrado em janeiro de 2010, para 82,1% na última pesquisa.