Tecnologia aumenta facilidade de pagamentos

Em um mundo globalizado quanto maior a facilidade dos acessos às informações e de suas utilizações, mais eficientes serão os processos que envolvem essas atividades, como no comércio por exemplo.

Cada vez que o cliente pode usufruir de uma vantagem que torna mais ágil uma compra maiores serão as vendas no comércio. No Brasil o ecommerce é um setor que está crescendo de forma vigorosa, de acordo com o Ebit são estimadas uma movimentação de R$ 48,8 bilhões em 2017, o que representa um crescimento de aproximadamente 10% em comparação ao ano anterior, mas seguindo o crescimento do aumento de compras os clientes consequentemente se tornam mais exigentes.

Os estabelecimentos comerciais estão cada vez mais acompanhando as novidades do mercado e não querem ficar atrás diante das concorrências que já dominam uma nova tecnologia. No momento de fazer uma cobrança, os métodos de pagamento são dos mais diversos e contribuem para incentivar o consumo e assim fidelizar clientes.

A intenção dos avanços tecnológicos é diminuir os entraves burocráticos ou as funções que levam mais tempo, dessa forma também reduzir os atrasos com o check-in ou check-out e o preenchimento de muitas informações ou cadastros que tomam muito tempo. Com essas estratégias surgem novas maneiras de fidelizar o cliente.

Uma das dificuldades de quem desejava pagar um serviço recorrente era por meio do débito. Antes as empresas precisavam autenticar essa função redirecionando o cliente para a página do banco para que ele digitasse a sua senha para permitir o pagamento. Por isso diversas empresas não ofereciam essa modalidade de cobrança.

De acordo com a ABECS, de janeiro a setembro do ano passado, foram 5,4 bilhões de transações com o cartão de débito, enquanto no cartão de crédito foram 4,4 bilhões. O aumento na utilização no cartão de débito é de aproximadamente de 10%, fazendo uma comparação do período de 2016. O cartão de crédito teve um aumento de 4% na mesma comparação.

Hoie existe uma plataforma de pagamentos que garante a facilidade da autenticação sem o redirecionamento para a página do banco, por isso já é possível pagar as assinaturas da Netflix e as viagens pelo Uber por débito.

 

Fenabrave revelou a maior contribuição dos SUVs no mercado brasileiro em 2017

Os modelos de veículos SUVs conquistaram os brasileiros em 2017. Em toda a história das vendas de veículos no Brasil, 2017 foi o ano em que os SUVs registraram sua maior participação nas vendas. A fatia que representou os SUVs em 2017 foi de 22,34% do total de veículos vendidos durante o ano passado, o valor ficou atrás apenas dos modelos hatches compactos, que registraram uma parcela de 47,27% das vendas durante o período. Os dados divulgados são da Fenabrave – Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores.

Segundo a federação, essa alta na contribuição dos modelos SUVs nas vendas totais do ano passado se deve a um aumento dos lançamentos dos modelos utilitários esportivos, que também podem ser chamados de crossovers. Dentre esses modelos estão: Renault Captur, JAC T40, Hyundai Creta e Honda WR-V. Os modelos citados foram os mais bem aceitos pelo público brasileiro em 2017.

Em consequência desses novos lançamentos, o total de emplacamentos para os modelos SUVs foi de 414.547 unidades em todo o ano de 2017. Em 2016, o número tinha sido apenas de 302.486, o que significa uma alta de 37% nas vendas desse modelo no ano passado.

Segundo os dados da Fenabrave, o destaque dentre os SUVs foi para o modelo Jeep Compass, que registrou um total de vendas em 2017 de 49.187 veículos. Mesmo o modelo sendo mais caro que a média por apresentar um porte médio, o veículo da FCA foi responsável por tirar a liderança da categoria que era do Honda HR-V.

O modelo Honda HR-V, sofreu uma queda de 15% nas vendas do ano passado em uma comparação com 2016. Em decorrência da redução da produção do modelo, os emplacamentos em 2017 do Honda HR-V foram de 47.775 unidades.

Os modelos SUVs mais vendidos em 2017 foram: Jeep Compass (49.187); Honda HR-V (47.775); Hyundai Creta (41.625); Jeep Renegade (38.330); Nissan Kicks (33.464); Ford EcoSport (31.195); Renault Duster (17.638); Honda WR-V (15.353); Renault Captur (13.742); e Toyota Hilux SW4 (12.567).

 

Startup brasileira poderá atingir o valor de mercado de US$ 1 bi em 2018

A Didi Chuxing, a maior empresa de prestação de serviços de carros particulares do mundo, passou a assumir o controle do aplicativo 99. O valor da transação da aquisição da 99 pela Didi Chuxing atingiu a casa dos R$ 960 milhões, segundo dados de Lauro Jardim, colunista do jornal “O Globo”. Essa negociação permitiu ao Brasil a possibilidade de conseguir uma startup unicórnio, denominação dada a uma startup que atinge a casa de US$ 1 bilhão diante do mercado.

A negociação do aplicativo 99 levou em consideração uma bagatela dos fundos “Riverwood Capital, Monashees, Qualcomm Ventures, Tiger Global” e da Softbank, empresa de telecomunicações. Está transação milionária também estima uma grande injeção de recursos vindos da Didi Chuxing para a empresa 99, oferecendo a oportunidade de se elevar diante da Uber. Em 2017, a Didi Chuxing realizou um aporte de US$ 200 milhões diante de seus investidores no ano passado. Considerada a maior rival da Uber, a empresa chinesa domina esta parcela do mercado devido ao grande número de usuários na China.

O número de corridas que o aplicativo 99 passou a oferecer teve um grande aumento com as abordagens que a Didi Chixing vinha exercendo. Em uma entrevista realizada no final do ano passado pela Reuters, Peter Fernandez, atual presidente-executivo da 99, declarou que havia interesse da startup se aliar e se beneficiar de recursos. De acordo com o presidente, “não existe um 2018 sem mais captação de investimentos, isso vai acontecer mais vezes este ano”.

Segundo a Reuters, o objetivo é permitir um crescimento da 99Pop, serviço que pode ser comparado com o oferecido pela Uber e que já está presente em 26 municípios do Brasil. De acordo com Ricardo Kauffmann, porta voz da startup 99, a expectativa é conseguir um aumento da carteira de clientes que não se concentram nas grandes capitais e cidades do país, e que não tem o hábito de utilizar este tipo de serviço.

Com a injeção de recurso, o aplicativo 99 terá a oportunidade de se reformular e receber melhorias a curto prazo. Isso incluirá recursos que permitirão os passageiros monitorarem trajetos realizados em tempo real. A startup prometeu se manifestar oficialmente em breve. “A respeito de informações de mercado publicadas hoje (2 de janeiro de 2018) pela imprensa, a 99 informa que se manifestará no momento oportuno”.

 

Amazon, Google e Apple disputam vendas de alto falantes inteligentes

Durante a temporada de compras do final do ano de 2017, a Amazon e o Google, que faz parte da Alphabet, reduziram o preço se seus equipamentos de alto-falantes inteligentes que respondem por comando de voz. As duas empresas acirraram a concorrência entre seus produtos, mas foi a Apple que teve maior vantagem em atrasar o lançamento de seu aparelho com função semelhante chamado de HomePod.

A redução no preço feita pelas duas empresas foram na versão menor do mesmo produto, chamados de Google Home Mini e Amazon Echo Dot, que reduziram de US$ 50 para US$ 29. Já as versões intermediárias do mesmo produto continuaram com o preço custando mais que o dobro da versão mini.

No caso da Apple, anteriormente a empresa citou que venderia o HomePod em 2017 por um valor de US$ 349. Contudo, a empresa anunciou posteriormente que o lançamento ocorrerá somente no começo de 2018, o que garante certa vantagem para a Apple em ter algo novo para apresentar.

Os analistas avaliam que o HomePod da Apple surgiu como uma intenção ousada da empresa em aumentar o número de assinaturas em seu serviço de streaming de música chamado de Apple Music. Essa estratégia poderá ser vista no Siri, o assistente de voz da Apple equipado no HomePod. O software auxiliará nas sugestões de músicas para seus usuários, o que consequentemente poderá levá-lo a assinar o Apple Music.

Com a Apple fora do caminho, por enquanto, o Google e a Amazon aguardam ansiosamente pelas primeiras avaliação de seus novos produtos, cada um deles conta com um assistente de voz chamados de Assistente Google e Alexa. A estratégia de preços menores seguida pelas duas empresas tem como objetivo implantar seus dispositivos nas casas de seus consumidores a fim de descobrir seus hábitos de compra e poder desenvolver mais dispositivos que auxiliam seus consumidores.

O analista sênior Paul Erickson da IHS Markit, disse sobre a estratégia das empresas citadas para as vendas de seus respectivos produtos: “Esse tipo de preço é ótimo para os consumidores e ruim para Apple”.

Tão ruim para a Apple que a Amazon apenas disse que vendeu milhões de seu aparelho Echo Dot durante a temporada de final de ano. O aparelho da empresa até mesmo entrou para a lista do mais vendido na loja online durante o fim do ano de 2017. Já o Google somente disse que o desempenho das vendas foi satisfatório.

 

Evento empresarial ajudou na capacitação de empreendedores e gestores públicos

Durante o evento VIII Fomenta Nacional, realizado em Brasília – Distrito Federal – nos dias 28 e 29 de novembro de 2017, mais de 800 pessoas tiveram a oportunidade de participarem das oficinas que abordaram compras públicas. No total, foram nove capacitações, sendo algumas delas voltadas exclusivamente para gestores do setor público e outras para empreendedores. Essas oficinas passaram para os gestores e empresários presentes durante o evento, as oportunidades oferecidas pela “Lei Complementar 123/2006”, que esclarece a forma de tratamento diferenciado para as micro e pequenas empresas na realização das compras governamentais.

“Passamos a adotar uma forma de treinamento muito mais lúdico e prático para que houvesse mais esclarecimento entre os gestores, permitindo assim que houvesse um entendimento com a forma de utilizar os benefícios gerados pela Lei Geral”, afirmou a coordenadora do “Fomenta” pelo Sebrae no Distrito Federal, Andrea Magalhães. Também foram abordados Agricultura na Chamada Pública e Regras de Licitação para o Gestor Público. As abordagens foram feitas em duas oficinas: “Saiba sobre as regras voltadas para a licitação e adquira uma nova carteira de clientes” e “Como conquistar e manter um contato referente a licitação praticada com o governo”. A primeira oficina se focou na legislação vigente voltada para os microempreendedores individuais e para as micro e pequenas empresas interessadas em realizar compras públicas.

A segunda oficina se dispôs a ensinar os empreendedores a acompanhar e fiscalizar os serviços prestados ao poder público, conseguindo cumprir todos os prazos e metas estabelecidos junto aos contratantes.

“Isso acaba sendo uma forma bastante produtiva e intuitiva, principalmente, para aqueles que já tem um fornecimento voltado para o abastecimento do setor público, conseguindo assim abranger o máximo possível de possibilidades de venda para o governo, o que irá também abrir um leque de possibilidades. Conseguimos desenvolver um amplo conhecimento das leis de licitação e conseguimos lidar com a documentação obrigatória neste contexto. Em vista disso, o incentivo destas oficinas agregam mais oportunidades de novos negócios de um modo geral”, afirmou a participante do evento, Raquel Leitão.

 

Saiba mais detalhes sobre a casa de shows do Manaira Shopping, de Roberto Santiago

A casa de shows situada na cobertura do Manaira Shopping, de Roberto Santiago, está em um ponto bastante estratégico de João Pessoa, próximo do centro da cidade e ainda das praias do Norte. Aberta ao público no ano de 2009, a Domus Hall, como é chamada, recebeu uma apresentação exclusiva de Zezé Di Camargo & Luciano, começando assim uma trajetória repleta de shows marcantes, que encantaram a população da Paraíba.

Considerado bastante amplo e moderno, o local foi concebido com aparelhos sonoros de última geração, dotados de um sistema inigualável de isolamento do som. Com um design que permite versatilidade e um ambiente fácil de se adaptar a diferentes tipos de eventos, a Domus Hall pode funcionar tanto como uma grande boate, como ainda um espaçoso teatro, com espaço para o palco e lugar para mais de quatro mil pessoas sentadas.

Em seu tempo de funcionamento, a casa de espetáculos do empresário Roberto Santiago trouxe diversos shows de alta qualidade para o público de João Pessoa. Independente do estilo de música, seja sertanejo, funk, rock, pop ou MPB, o local oferece atrações para todos os gostos, com artistas nacionais e internacionais. Como exemplo entre os que já estiveram na Domus Hall, estão Ana Carolina, um dos maiores símbolos da música popular brasileira, e o conceituado representante do samba, Seu Jorge.

No aniversário da casa de shows em 2016, a Domus Hall recebeu um show exclusivo da banda O Rappa, que proporcionou pela primeira vez ao público da Paraíba o seu espetáculo especial em celebração aos mais de 20 anos do grupo. O Rappa foi criado no ano de 1993, na capital do Rio de Janeiro, tendo se tornado uma banda muito reconhecida pelas suas canções que mesclam diferentes estilos musicais, como reggae e rap, em conjunto com mensagens fortes de cunho social.

Indo além de uma simples casa de espetáculos, a Domus Hall do empresário Roberto Santiago recebe eventos variados, que incluem desde festas de casamento e formaturas até shows de stand-up comedy e festas corporativas, o que pode ser feito graças a imensa versatilidade desse ambiente, o qual pode ser adaptado de acordo com as demandas de cada cerimônia.

O empresário Roberto Santiago é nascido em João Pessoa, e desde jovem optou por cursar Administração de Empresas no Centro Universitário de João Pessoa (UNIPÊ). Após concluir os estudos, ele chegou a trabalhar por alguns anos na empresa Café Santa Rosa, até reunir os meios necessários para abrir o seu próprio negócio, uma pequena empresa na área da cartonagem, um procedimento de criação de itens decorativos e utilitários.

Entretanto, foi na área do loteamento que Roberto Santiago ganhou reconhecimento entre os maiores empreendedores do Nordeste. Em 1989, o Santiago abriu o Manaira Shopping, considerado atualmente como um dos principais centros de compras do país, e um dos grandes pontos de encontro da capital paraibana. Anos depois, em 2014, ele inaugurou ainda o seu segundo grande empreendimento, o Mangabeira Shopping, que movimentou a economia da cidade e gerou milhares de novos empregos.

Compra de Shazam sinaliza expansão da Apple no mercado musical

A Apple, empresa de tecnologia mundialmente conhecida, anunciou recentemente que comprará a empresa Shazam, a grande líder no setor musical. Em um comunicado sobre a compra, a Apple revelou que a compra da Shazam simboliza uma nova iniciativa tomada pela empresa americana de tecnologia para faz parte da bagatela do mercado no setor de streaming de música.

Sem deixar claro detalhes desta operação sobre os valores atingidos nesta transação, a Apple fez um anúncio durante o comunicado: “A Apple somando forças com a Shazam acabam apresentando muita coisa em comum, se inclinando e vivenciando a paixão por descobertas no mundo da música e permitindo cada vez mais experiências musicais a todos os usuários”.

Embora a Apple não tenha divulgado o valor dessa operação financeira, vários fizeram a divulgação desta notícia, como o site TechCrunch, especializado na divulgação deste tipo de notícias, estimou o valor desta transação em US$ 400 milhões.

Essa nova compra que será realizada pela Apple só confirma ainda mais o fato da empresa americana de tecnologia querer abrir caminhos para o setor musical, uma área de negócio que tem crescido cada vez mais nos últimos anos, e por isso, se tornou muito competitiva. Atualmente, esse setor é dominado pela empresa que presta serviço de streaming de música, a Spotify.

No setor musical, a Apple já conseguiu a classificação de mais downloads de música através de seu aplicativo Itunes, contudo, a empresa ainda ficou atrás de seu maior concorrente Spotify quando lançou o Apple Music, uma plataforma que também permite o streaming de música.

Dentre as informações fornecidas pela Apple, o streaming de música Apple Music conseguiu atingir 27 milhões de usuários no serviço pago até o mês de junho de 2017. Mas o número ainda está muito longe do Spotify, que disse ter 60 milhões de usuários no serviço pago até o mês de junho deste ano. Ao todo, o Spotify revelou ter 140 milhões de usuários que acessam sua plataforma de streaming, e todas essas pessoas se concentram em 61 países.

Como se não bastasse, a competição para o mercado de streaming de música ficou ainda mais acirrada após a confirmação do lançamento Amazon Music Unlimited, feito pela grande empresa Amazon no mês de outubro de 2016.

 

Quedas de juros favorecem aplicações na indústria de fundos brasileira em 2017

Em 2017, a indústria de fundos brasileira conseguiu arrecadar R$ 4 trilhões em patrimônio líquido e R$ 231,9 bilhões em captação líquida até o mês de novembro deste ano, o que foi considerado o maior número na história na captação líquida desde a criação do setor em 2002. Dentre os fundos que mais arrecadaram neste ano, o destaque foi para os fundos de renda fixa e fundos multimercados, que captaram até o mês de novembro deste ano um total de R$ 67,7 bilhões e R$ 91,7 bilhões, respectivamente.

Essa melhora na captação da indústria de fundos ocorreu em grande parte por causa da expressiva queda nas taxas de juros que ocorreram durante o ano todo. Os fundos mais favorecidos nessa questão foram os fundos multimercados, que através da queda de juros pôde oferecer mais diversificação na alocação de recursos. Os dados citados foram apontados e explicados pela Anbima – Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiros e de Capitais.

Dentre as ilustrações desse movimento ascendente para a indústria de fundos brasileira está a captação líquida positiva que ocorreu nos fundos de ações no valor de R$ 10,1 bilhões até o mês de novembro deste ano. Essa situação não era vista no mercado desde o ano de 2013.

Os fundos com capitações mais expressivas foram o de Renda Fixa Duração Baixa e Grau de Investimento, que captou um total de R$ 25,9 bilhões, e os fundos multimercado macro, que captou sozinho R$ 30,9 milhões até o mês de novembro deste ano.

Embora os números sejam positivos, o mês de novembro não seguiu a forte tendência positiva para a indústria de fundos brasileiras. Os dados revelaram que a captação líquida no mês de novembro deste ano teve uma arrecadação negativa de apenas R$ 20 bilhões. O número registrado no 11º mês do ano ratifica os movimentos sazonais que ocorrem por parte da saída dos recursos que ocorrem no segundo semestre.

Dentre os fundos que apresentaram captações líquidas negativas até o mês de novembro deste ano, estão os fundos multimercados livre, com capitação de apenas R$ 5,1 bilhões, e os fundos de Renda Fixa Duração Livre e Grau de Investimento, com captação de apenas R$ 5,6 bilhões.

YouTube contratará mais funcionários para excluir vídeos impróprios

Em um novo anuncio, o YouTube revelou que contratará mais funcionários ainda no mês de dezembro de 2017 para cuidar dos conteúdos postados na plataforma. A intenção da grande plataforma de vídeos do Google é exterminar completamente qualquer vídeo que ofereça conteúdos violentos ou que sejam considerados extremistas. A empresa informou que o número de funcionários que já atuam nesta área específica deverá alcançar a marca de 10 mil ainda neste ano. Contudo, o YouTube não revelou o total atual de funcionários que trabalham na função.

A CEO Susan Wojcicki da plataforma de vídeos do YouTube, revelou em relação a nova política de extermínio de conteúdos inapropriados: “Eu vi como indivíduos ruins estão explorando nossa abertura para enganar, manipular, assediar ou mesmo ferir”.

A empresa já informou em outro anuncio que desde a adesão da nova política em junho deste ano, cerca de 2 milhões de vídeos que continham violência extrema passaram por revisões manuais de seus funcionários. Durante este período, o YouTube também informou que mais de 150 mil vídeos foram excluídos por conter violência considerada extrema.

O YouTube também informou que essa estratégia de excluir manualmente vídeos com conteúdos impróprios na plataforma auxiliará o machine learning, uma tecnologia com robôs que aprendem de forma interativa, em seu treinamento para identificar de forma automática esse tipo de conteúdo e removê-los. Essa tecnologia que já é utilizada pela empresa, utiliza a interatividade das ações humanas para aprender a tomar decisões importantes.

Embora a plataforma já conte com um grande número de funcionários atuando na função, o machine learning ainda é o que mais identifica vídeos com conteúdos extremistas e violentos, chegando a 98% dos vídeos encontrados no YouTube. A empresa informou que desde a implantação da ferramenta, o machine learning fez o trabalho equivalente de 180 mil funcionários trabalhando em jornada de 40 horas semanais.

Além disso, a empresa ainda revelou que o machine learning foi responsável por contribuir na exclusão de quase cinco vezes mais vídeos do que os funcionários sozinhos. Susan revelou sobre o assunto: “Revisores humanos continuam sendo essenciais tanto para a remoção de conteúdo, pois o julgamento deles é crítico para tomar decisões contextualizadas sobre o conteúdo”.

 

Localização de comércio precisa de seleção apurada

Escolher o ponto para um negócio é uma tarefa importante. É preciso levar em conta diferentes aspectos que podem contribuir ou prejudicar o andamento do negócio antes de tomar a melhor decisão. Deve-se analisar qual o público que frequenta o local, qual a frequência de clientes para o produto ou o serviço que será oferecido.

Quem conta com o apoio de uma franquia muitas vezes não precisa se preocupar porque é comum ter o apoio de uma equipe que auxilia da melhor maneira a definição de um ponto comercial, através de estudos e pesquisas geográficas.

Pedro Almeida, consultor da Franchise Solutions, garante que alguns procedimentos são fundamentais para o sucesso na escolha do ponto comercial. Inicialmente é importante verificar quantos negócios que podem ser concorrentes estão naquela área. É essencial analisar o crescimento da população da região e identificar os padrões de tráfego.

Deve-se conhecer o negócio, dessa maneira será possível escolher a melhor região para estabelecer o ponto, a intenção é estar mais próximo do público-alvo sempre que possível. No momento de realizar o plano de negócio, estudar a região em que estará o ponto eleva as chances de sucesso. Um exemplo disso é quando uma loja trabalha com promoção ativa, ou seja, promotores de venda, o melhor lugar seria onde o fluxo de pessoas é constante para alcançar o público-alvo. Dependendo da situação é mais vantajoso ter uma sobreloja no grande fluxo do que um estabelecimento no térreo que não está tão próximo do fluxo de pessoas.

A maneira como o público-alvo pode chegar até o cliente é outra forma de entender como será a facilidade de acesso para o estabelecimento. Saber se o público em geral frequenta mais shopping ou lojas nas ruas, se o transporte é de ônibus ou carro ajuda a identificar as chances de maior ou menor movimentação comercial em uma região. A rede de farmácias Compre Certo, por exemplo, é uma empresa que está atenta a esses aspectos, e prefere que as suas lojas estejam no sentido centro-bairro, local com estacionamento e em um ponto de esquina com grande fluxo de pedestres, afirma Reinaldo Nascimento, sócio-diretor da empresa.