Felipe Montoro Jens noticia sobre acordo bilionário entre o BNDES e o BID

No mês de novembro, o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) firmaram um acordo que estabeleceu uma linha de crédito condicional no montante de US$ 2,4 bilhões. Dessa maneira, o objetivo é financiar, a médio e a longo prazo, mais investimentos nos segmentos de energia sustentável, infraestrutura e em projetos com pequenas e médias empresas, informa Felipe Montoro Jens, que é especialista em Projetos de Infraestrutura.

De acordo com uma nota enviada a imprensa pelo BNDES na ocasião, o primeiro contrato de empréstimo desse convênio já foi finalizado, e fará parte do Programa de Financiamento para Energia Sustentável, com o valor correspondente de US$ 900 milhões, dos quais US$ 150 milhões são do BNDES e US$ 750 milhões do BID para o desenvolvimento de programas que promovam a criação de energia eólica no país.

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) surgiu em 1952, e desde então é considerado como um dos principais bancos com foco em desenvolvimento do planeta. Nos dias de hoje, a entidade ainda atua como o maior instrumento do governo federal para financiamentos a longo prazo e investimento para os mais variados setores da economia do país, ressalta o especialista Felipe Montoro Jens.

Segundo o site oficial do BNDES, a instituição fornece apoio aos empreendedores, até mesmo pessoas físicas, na implantação de projetos relativos a expansão, modernização e concretização de novos negócios, levando sempre em consideração o potencial desses projetos para a criação de novas vagas de emprego, o aumento da renda e da inclusão social no Brasil, noticia o Especialista em Projetos de Infraestrutura, Felipe Montoro Jens. Esse apoio é feito por meio de investimentos, financiamentos, concessão de recursos a projetos de viés social e cultural, prestação de garantia e outros.

 

O Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), por sua vez, foi criado no ano de 1959 para servir o objetivo de melhorar a qualidade de vida nos países da América Latina e do Caribe. O site oficial da entidade destaca que ela ajuda em melhorias nos campos da educação, saúde e infraestrutura básica, tentando reduzir os índices de pobreza e de desigualdade social, promovendo o desenvolvimento ecológico e sustentável nesses países.

Além disso, o Banco Interamericano de Desenvolvimento faz parte de um grupo integrado, no qual também estão o Fundo Multilateral de Investimentos (Fumin) e a Corporação Interamericana de Investimentos (CII), informa Felipe Montoro Jens. Nos últimos anos, essas entidades tem buscado agir em conjunto também nos setores da inclusão social e equidade, integração econômica e inovação na campo da produtividade.

Portanto, é possível destacar que as grandes prioridades do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) são dar fim a pobreza e a desigualdade social no continente americano, abastecer as necessidades básicas dos países considerados mais vulneráveis, promover o desenvolvimento com o devido incentivo ao setor privado, combater as mudanças no clima, promover as fontes de energia renováveis e a sustentabilidade, e incentivar cada vez mais a integração regional, reporta Felipe Montoro Jens.

WhatApp Business – novo app para empresários se comunicarem com seus clientes

O WhatsApp vem se mostrando uma grande ferramenta nas mãos de empreendedores espalhados por todo o mundo. Muitas empresas fazem uso deste aplicativo em seus negócios para otimizar seus relacionamentos com os clientes.

Cerca de 80% das médias e pequenas empresas instaladas na Índia e no Brasil utilizam o WhatsApp para se conectar mais facilmente com seus clientes, assim, elevando a conversa para um nível um pouco mais próximo para ambas as partes. Este dado foi retirado de uma pesquisa publicada recentemente pela Morning Consult.

Diante deste elevado número de usuários empreendedores foi que, pensando em proporcionar funcionalidades específicas às pequenas e médias empresas, o WhatsApp desenvolveu o mais novo aplicativo chamado WhatsApp Business.

O software apresenta uma série de novidades práticas. Entre as funções inexistentes na versão tradicional e amplamente conhecida do aplicativo estão o perfil empresarial, que serve para centralizar as informações úteis sobre a empresa, como descrição, contatos e horário de funcionamento; mensagens inteligentes, para o envio de respostas automáticas; e métricas com estatísticas a respeito das mensagens enviadas aos clientes.

Segundo as informações divulgadas pela assessoria da companhia, a nova versão do dispositivo de mensagens foi projetado com o intuito de otimizar a experiência dos empreendedores de todo o mundo que fizeram do WhatsApp um importante instrumento na gestão de seus negócios.

Em nota oficial, a organização destacou que o WhatsApp Business veio para simplificar a vida daqueles que utilizam o software para manter a interação entre empresa e cliente, sendo este um modo mais prático, ágil e conveniente para os 1,3 bilhões de pessoas que usam a ferramenta de comunicação.

Apesar de não haver uma data certa já estipulada, após o lançamento que ocorreu no dia 18 de janeiro, a empresa americana comunicou que o app será disponibilizado para os brasileiros dentro de um mês. A princípio, o WhatsApp Business poderá ser baixado normalmente, isto é, sem a necessidade de convites prévios.

Bancos privados ocupam mais espaço em financiamentos do BNDES

Após as quedas no número total de desembolsos do BNDES que ocorreram nos últimos quatro anos, os bancos comerciais ganharam mais espaço para realizar financiamentos voltados para projetos de infraestrutura com o auxílio do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social.

Além disso, os bancos comerciais ainda contaram com a inflação baixa, que auxilia na previsibilidade que os bancos possuem para as operações em longo prazo. E essa é uma tendência que deve se manter neste ano, seja com operações feitas por organismos multilaterais, com capital próprio ou ainda com fundos de investimentos.

A Consultoria Inter.B estimou através de cálculos e projeções que, somente neste ano, os investimentos acerca de obras para estradas, saneamento, energia elétrica, portos e aeroportos, deverão somar um total de R$ 101,5 bilhões. Esses investimentos deverão acontecer por parte das instituições privadas, que deverão contar com o auxílio do BNDES.

O banco Itaú BBA, por exemplo, aumentou o total de recursos destinados a esse tipo de projeto de infraestrutura em 70% durante o período de 2016 a 2017. Segundo o banco, o maior aumento ocorreu nos projetos voltados para a geração de energia no país, sendo ela solar e eólica. Dentre os projetos do ano passado, o banco contou que foram 43 analisados e financiados pelo BNDES, o que resultou em um total de R$ 7 bilhões. Esse valor utilizado pelo banco no ano passado significa uma parcela de 10% dos recursos que são liberados pelo BNDES para a realização de projetos de um modo geral.

As instituições privadas mantém ótimas perspectivas sobre a conclusão dos projetos previstos, sustentando a ideia dos leilões que ocorrem quando as obras são entregues por elas. Somente neste ano, haverá leilões de geração de energia e do metrô da cidade de São Paulo, que são projetos realizados por instituições privadas.

O banco Itaú BBA informou que além do auxílio do BNDES, as relações do banco conta com o apoio da Corporação Financeira Internacional, a IFC na sigla original em inglês. Essa relação com a IFC permite ao banco Itaú BBA uma melhor projeção de longo prazo para projetos de infraestrutura, pois o órgão possui uma maior estabilidade por ser braço direito do Banco Mundial.

O superintendente executivo Edson Ogawa do Project Finance do banco Santander, disse: “Claramente, temos percebido que parte da nossa carteira de clientes tem interesse em estudar outras alternativas além do BNDES. Antes, isso não existia, porque a diferença de juros cobrados pelo banco de fomento e pelo mercado era muito gritante”.

 

Tecnologia aumenta facilidade de pagamentos

Em um mundo globalizado quanto maior a facilidade dos acessos às informações e de suas utilizações, mais eficientes serão os processos que envolvem essas atividades, como no comércio por exemplo.

Cada vez que o cliente pode usufruir de uma vantagem que torna mais ágil uma compra maiores serão as vendas no comércio. No Brasil o ecommerce é um setor que está crescendo de forma vigorosa, de acordo com o Ebit são estimadas uma movimentação de R$ 48,8 bilhões em 2017, o que representa um crescimento de aproximadamente 10% em comparação ao ano anterior, mas seguindo o crescimento do aumento de compras os clientes consequentemente se tornam mais exigentes.

Os estabelecimentos comerciais estão cada vez mais acompanhando as novidades do mercado e não querem ficar atrás diante das concorrências que já dominam uma nova tecnologia. No momento de fazer uma cobrança, os métodos de pagamento são dos mais diversos e contribuem para incentivar o consumo e assim fidelizar clientes.

A intenção dos avanços tecnológicos é diminuir os entraves burocráticos ou as funções que levam mais tempo, dessa forma também reduzir os atrasos com o check-in ou check-out e o preenchimento de muitas informações ou cadastros que tomam muito tempo. Com essas estratégias surgem novas maneiras de fidelizar o cliente.

Uma das dificuldades de quem desejava pagar um serviço recorrente era por meio do débito. Antes as empresas precisavam autenticar essa função redirecionando o cliente para a página do banco para que ele digitasse a sua senha para permitir o pagamento. Por isso diversas empresas não ofereciam essa modalidade de cobrança.

De acordo com a ABECS, de janeiro a setembro do ano passado, foram 5,4 bilhões de transações com o cartão de débito, enquanto no cartão de crédito foram 4,4 bilhões. O aumento na utilização no cartão de débito é de aproximadamente de 10%, fazendo uma comparação do período de 2016. O cartão de crédito teve um aumento de 4% na mesma comparação.

Hoie existe uma plataforma de pagamentos que garante a facilidade da autenticação sem o redirecionamento para a página do banco, por isso já é possível pagar as assinaturas da Netflix e as viagens pelo Uber por débito.

 

Fenabrave revelou a maior contribuição dos SUVs no mercado brasileiro em 2017

Os modelos de veículos SUVs conquistaram os brasileiros em 2017. Em toda a história das vendas de veículos no Brasil, 2017 foi o ano em que os SUVs registraram sua maior participação nas vendas. A fatia que representou os SUVs em 2017 foi de 22,34% do total de veículos vendidos durante o ano passado, o valor ficou atrás apenas dos modelos hatches compactos, que registraram uma parcela de 47,27% das vendas durante o período. Os dados divulgados são da Fenabrave – Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores.

Segundo a federação, essa alta na contribuição dos modelos SUVs nas vendas totais do ano passado se deve a um aumento dos lançamentos dos modelos utilitários esportivos, que também podem ser chamados de crossovers. Dentre esses modelos estão: Renault Captur, JAC T40, Hyundai Creta e Honda WR-V. Os modelos citados foram os mais bem aceitos pelo público brasileiro em 2017.

Em consequência desses novos lançamentos, o total de emplacamentos para os modelos SUVs foi de 414.547 unidades em todo o ano de 2017. Em 2016, o número tinha sido apenas de 302.486, o que significa uma alta de 37% nas vendas desse modelo no ano passado.

Segundo os dados da Fenabrave, o destaque dentre os SUVs foi para o modelo Jeep Compass, que registrou um total de vendas em 2017 de 49.187 veículos. Mesmo o modelo sendo mais caro que a média por apresentar um porte médio, o veículo da FCA foi responsável por tirar a liderança da categoria que era do Honda HR-V.

O modelo Honda HR-V, sofreu uma queda de 15% nas vendas do ano passado em uma comparação com 2016. Em decorrência da redução da produção do modelo, os emplacamentos em 2017 do Honda HR-V foram de 47.775 unidades.

Os modelos SUVs mais vendidos em 2017 foram: Jeep Compass (49.187); Honda HR-V (47.775); Hyundai Creta (41.625); Jeep Renegade (38.330); Nissan Kicks (33.464); Ford EcoSport (31.195); Renault Duster (17.638); Honda WR-V (15.353); Renault Captur (13.742); e Toyota Hilux SW4 (12.567).

 

Startup brasileira poderá atingir o valor de mercado de US$ 1 bi em 2018

A Didi Chuxing, a maior empresa de prestação de serviços de carros particulares do mundo, passou a assumir o controle do aplicativo 99. O valor da transação da aquisição da 99 pela Didi Chuxing atingiu a casa dos R$ 960 milhões, segundo dados de Lauro Jardim, colunista do jornal “O Globo”. Essa negociação permitiu ao Brasil a possibilidade de conseguir uma startup unicórnio, denominação dada a uma startup que atinge a casa de US$ 1 bilhão diante do mercado.

A negociação do aplicativo 99 levou em consideração uma bagatela dos fundos “Riverwood Capital, Monashees, Qualcomm Ventures, Tiger Global” e da Softbank, empresa de telecomunicações. Está transação milionária também estima uma grande injeção de recursos vindos da Didi Chuxing para a empresa 99, oferecendo a oportunidade de se elevar diante da Uber. Em 2017, a Didi Chuxing realizou um aporte de US$ 200 milhões diante de seus investidores no ano passado. Considerada a maior rival da Uber, a empresa chinesa domina esta parcela do mercado devido ao grande número de usuários na China.

O número de corridas que o aplicativo 99 passou a oferecer teve um grande aumento com as abordagens que a Didi Chixing vinha exercendo. Em uma entrevista realizada no final do ano passado pela Reuters, Peter Fernandez, atual presidente-executivo da 99, declarou que havia interesse da startup se aliar e se beneficiar de recursos. De acordo com o presidente, “não existe um 2018 sem mais captação de investimentos, isso vai acontecer mais vezes este ano”.

Segundo a Reuters, o objetivo é permitir um crescimento da 99Pop, serviço que pode ser comparado com o oferecido pela Uber e que já está presente em 26 municípios do Brasil. De acordo com Ricardo Kauffmann, porta voz da startup 99, a expectativa é conseguir um aumento da carteira de clientes que não se concentram nas grandes capitais e cidades do país, e que não tem o hábito de utilizar este tipo de serviço.

Com a injeção de recurso, o aplicativo 99 terá a oportunidade de se reformular e receber melhorias a curto prazo. Isso incluirá recursos que permitirão os passageiros monitorarem trajetos realizados em tempo real. A startup prometeu se manifestar oficialmente em breve. “A respeito de informações de mercado publicadas hoje (2 de janeiro de 2018) pela imprensa, a 99 informa que se manifestará no momento oportuno”.

 

Amazon, Google e Apple disputam vendas de alto falantes inteligentes

Durante a temporada de compras do final do ano de 2017, a Amazon e o Google, que faz parte da Alphabet, reduziram o preço se seus equipamentos de alto-falantes inteligentes que respondem por comando de voz. As duas empresas acirraram a concorrência entre seus produtos, mas foi a Apple que teve maior vantagem em atrasar o lançamento de seu aparelho com função semelhante chamado de HomePod.

A redução no preço feita pelas duas empresas foram na versão menor do mesmo produto, chamados de Google Home Mini e Amazon Echo Dot, que reduziram de US$ 50 para US$ 29. Já as versões intermediárias do mesmo produto continuaram com o preço custando mais que o dobro da versão mini.

No caso da Apple, anteriormente a empresa citou que venderia o HomePod em 2017 por um valor de US$ 349. Contudo, a empresa anunciou posteriormente que o lançamento ocorrerá somente no começo de 2018, o que garante certa vantagem para a Apple em ter algo novo para apresentar.

Os analistas avaliam que o HomePod da Apple surgiu como uma intenção ousada da empresa em aumentar o número de assinaturas em seu serviço de streaming de música chamado de Apple Music. Essa estratégia poderá ser vista no Siri, o assistente de voz da Apple equipado no HomePod. O software auxiliará nas sugestões de músicas para seus usuários, o que consequentemente poderá levá-lo a assinar o Apple Music.

Com a Apple fora do caminho, por enquanto, o Google e a Amazon aguardam ansiosamente pelas primeiras avaliação de seus novos produtos, cada um deles conta com um assistente de voz chamados de Assistente Google e Alexa. A estratégia de preços menores seguida pelas duas empresas tem como objetivo implantar seus dispositivos nas casas de seus consumidores a fim de descobrir seus hábitos de compra e poder desenvolver mais dispositivos que auxiliam seus consumidores.

O analista sênior Paul Erickson da IHS Markit, disse sobre a estratégia das empresas citadas para as vendas de seus respectivos produtos: “Esse tipo de preço é ótimo para os consumidores e ruim para Apple”.

Tão ruim para a Apple que a Amazon apenas disse que vendeu milhões de seu aparelho Echo Dot durante a temporada de final de ano. O aparelho da empresa até mesmo entrou para a lista do mais vendido na loja online durante o fim do ano de 2017. Já o Google somente disse que o desempenho das vendas foi satisfatório.

 

Evento empresarial ajudou na capacitação de empreendedores e gestores públicos

Durante o evento VIII Fomenta Nacional, realizado em Brasília – Distrito Federal – nos dias 28 e 29 de novembro de 2017, mais de 800 pessoas tiveram a oportunidade de participarem das oficinas que abordaram compras públicas. No total, foram nove capacitações, sendo algumas delas voltadas exclusivamente para gestores do setor público e outras para empreendedores. Essas oficinas passaram para os gestores e empresários presentes durante o evento, as oportunidades oferecidas pela “Lei Complementar 123/2006”, que esclarece a forma de tratamento diferenciado para as micro e pequenas empresas na realização das compras governamentais.

“Passamos a adotar uma forma de treinamento muito mais lúdico e prático para que houvesse mais esclarecimento entre os gestores, permitindo assim que houvesse um entendimento com a forma de utilizar os benefícios gerados pela Lei Geral”, afirmou a coordenadora do “Fomenta” pelo Sebrae no Distrito Federal, Andrea Magalhães. Também foram abordados Agricultura na Chamada Pública e Regras de Licitação para o Gestor Público. As abordagens foram feitas em duas oficinas: “Saiba sobre as regras voltadas para a licitação e adquira uma nova carteira de clientes” e “Como conquistar e manter um contato referente a licitação praticada com o governo”. A primeira oficina se focou na legislação vigente voltada para os microempreendedores individuais e para as micro e pequenas empresas interessadas em realizar compras públicas.

A segunda oficina se dispôs a ensinar os empreendedores a acompanhar e fiscalizar os serviços prestados ao poder público, conseguindo cumprir todos os prazos e metas estabelecidos junto aos contratantes.

“Isso acaba sendo uma forma bastante produtiva e intuitiva, principalmente, para aqueles que já tem um fornecimento voltado para o abastecimento do setor público, conseguindo assim abranger o máximo possível de possibilidades de venda para o governo, o que irá também abrir um leque de possibilidades. Conseguimos desenvolver um amplo conhecimento das leis de licitação e conseguimos lidar com a documentação obrigatória neste contexto. Em vista disso, o incentivo destas oficinas agregam mais oportunidades de novos negócios de um modo geral”, afirmou a participante do evento, Raquel Leitão.

 

Saiba mais detalhes sobre a casa de shows do Manaira Shopping, de Roberto Santiago

A casa de shows situada na cobertura do Manaira Shopping, de Roberto Santiago, está em um ponto bastante estratégico de João Pessoa, próximo do centro da cidade e ainda das praias do Norte. Aberta ao público no ano de 2009, a Domus Hall, como é chamada, recebeu uma apresentação exclusiva de Zezé Di Camargo & Luciano, começando assim uma trajetória repleta de shows marcantes, que encantaram a população da Paraíba.

Considerado bastante amplo e moderno, o local foi concebido com aparelhos sonoros de última geração, dotados de um sistema inigualável de isolamento do som. Com um design que permite versatilidade e um ambiente fácil de se adaptar a diferentes tipos de eventos, a Domus Hall pode funcionar tanto como uma grande boate, como ainda um espaçoso teatro, com espaço para o palco e lugar para mais de quatro mil pessoas sentadas.

Em seu tempo de funcionamento, a casa de espetáculos do empresário Roberto Santiago trouxe diversos shows de alta qualidade para o público de João Pessoa. Independente do estilo de música, seja sertanejo, funk, rock, pop ou MPB, o local oferece atrações para todos os gostos, com artistas nacionais e internacionais. Como exemplo entre os que já estiveram na Domus Hall, estão Ana Carolina, um dos maiores símbolos da música popular brasileira, e o conceituado representante do samba, Seu Jorge.

No aniversário da casa de shows em 2016, a Domus Hall recebeu um show exclusivo da banda O Rappa, que proporcionou pela primeira vez ao público da Paraíba o seu espetáculo especial em celebração aos mais de 20 anos do grupo. O Rappa foi criado no ano de 1993, na capital do Rio de Janeiro, tendo se tornado uma banda muito reconhecida pelas suas canções que mesclam diferentes estilos musicais, como reggae e rap, em conjunto com mensagens fortes de cunho social.

Indo além de uma simples casa de espetáculos, a Domus Hall do empresário Roberto Santiago recebe eventos variados, que incluem desde festas de casamento e formaturas até shows de stand-up comedy e festas corporativas, o que pode ser feito graças a imensa versatilidade desse ambiente, o qual pode ser adaptado de acordo com as demandas de cada cerimônia.

O empresário Roberto Santiago é nascido em João Pessoa, e desde jovem optou por cursar Administração de Empresas no Centro Universitário de João Pessoa (UNIPÊ). Após concluir os estudos, ele chegou a trabalhar por alguns anos na empresa Café Santa Rosa, até reunir os meios necessários para abrir o seu próprio negócio, uma pequena empresa na área da cartonagem, um procedimento de criação de itens decorativos e utilitários.

Entretanto, foi na área do loteamento que Roberto Santiago ganhou reconhecimento entre os maiores empreendedores do Nordeste. Em 1989, o Santiago abriu o Manaira Shopping, considerado atualmente como um dos principais centros de compras do país, e um dos grandes pontos de encontro da capital paraibana. Anos depois, em 2014, ele inaugurou ainda o seu segundo grande empreendimento, o Mangabeira Shopping, que movimentou a economia da cidade e gerou milhares de novos empregos.

Compra de Shazam sinaliza expansão da Apple no mercado musical

A Apple, empresa de tecnologia mundialmente conhecida, anunciou recentemente que comprará a empresa Shazam, a grande líder no setor musical. Em um comunicado sobre a compra, a Apple revelou que a compra da Shazam simboliza uma nova iniciativa tomada pela empresa americana de tecnologia para faz parte da bagatela do mercado no setor de streaming de música.

Sem deixar claro detalhes desta operação sobre os valores atingidos nesta transação, a Apple fez um anúncio durante o comunicado: “A Apple somando forças com a Shazam acabam apresentando muita coisa em comum, se inclinando e vivenciando a paixão por descobertas no mundo da música e permitindo cada vez mais experiências musicais a todos os usuários”.

Embora a Apple não tenha divulgado o valor dessa operação financeira, vários fizeram a divulgação desta notícia, como o site TechCrunch, especializado na divulgação deste tipo de notícias, estimou o valor desta transação em US$ 400 milhões.

Essa nova compra que será realizada pela Apple só confirma ainda mais o fato da empresa americana de tecnologia querer abrir caminhos para o setor musical, uma área de negócio que tem crescido cada vez mais nos últimos anos, e por isso, se tornou muito competitiva. Atualmente, esse setor é dominado pela empresa que presta serviço de streaming de música, a Spotify.

No setor musical, a Apple já conseguiu a classificação de mais downloads de música através de seu aplicativo Itunes, contudo, a empresa ainda ficou atrás de seu maior concorrente Spotify quando lançou o Apple Music, uma plataforma que também permite o streaming de música.

Dentre as informações fornecidas pela Apple, o streaming de música Apple Music conseguiu atingir 27 milhões de usuários no serviço pago até o mês de junho de 2017. Mas o número ainda está muito longe do Spotify, que disse ter 60 milhões de usuários no serviço pago até o mês de junho deste ano. Ao todo, o Spotify revelou ter 140 milhões de usuários que acessam sua plataforma de streaming, e todas essas pessoas se concentram em 61 países.

Como se não bastasse, a competição para o mercado de streaming de música ficou ainda mais acirrada após a confirmação do lançamento Amazon Music Unlimited, feito pela grande empresa Amazon no mês de outubro de 2016.