Brasil fica de fora da rota de novos lançamentos da Coca-Cola todos os anos

Mesmo parecendo que a Coca-Cola não possui uma grande variedade de produtos, as novidades estão sendo lançadas constantemente pela marca. Porém, esses produtos não chegam aqui no Brasil e são comercializados nos Estados Unidos, Japão e países da Europa. Somente no Japão, são mais de 1.000 novos produtos lançadas todos os anos.

As notícias sobre novos lançamentos de produtos da marca, não estão focadas no público-alvo brasileiro, como é o caso do mais novo produto lançada pela empresa, a Coca-Cola Frozen Lemon. O produto foi lançado em agosto de 2018 no Japão, com base em pesquisas de 8 anos sobre as perspectivas de mercado para essa novidade.

Trata-se de uma raspadinha congelada comercializada em uma bolsa e que promete ser uma sensação da marca. De acordo com a Coca-Cola, foram realizados mais de 100 protótipos ao longo desses oito anos de muita pesquisa. A Coca-Cola Frozen Lemon é o primeiro produto congelado lançado pela empresa. A companhia tem confiança nos produtos que buscam novidades oferecidas aos consumidores nos países de maior impacto econômico positivo para os negócios da marca.

Essa perspectiva positiva de que o novo produto lançado no Japão irá dar certo, é porque já foram lançados junto com o sabor limão, as raspadinhas sabor laranja e uva da Fanta. A Coca-Cola anunciou em julho deste ano o lançamento de uma bebida alcoólica. O produto ainda não está disponível aos consumidores, mas assim que estiver, será lançado primeiramente no Japão. O produto alcoólico será um tipo de “Chu-Hi”, uma bebida comum no país asiático, vendida em latas e com um toque gaseificado.

Segundo o presidente da Coca-Cola no Japão, Jorge Garduno, a iniciativa de novos produtos da marca comercializados no Japão, é devido a dinâmica do mercado neste país, que tem uma característica altamente competitiva com produtos inovadores.

“Nossa equipe busca constantemente novas maneiras de explorar o mercado consumidor japonês, tanto do ponto de vista dos produtos comercializados, como na tentativa de encontrar novas perspectivas de negócios com nossos clientes. Ainda que muitos mercados existentes no mundo acabam se tornando mais parecidos com o Japão, a tradição e a cultura do país asiático é única, e diversos produtos que nasceram aqui ficaram aqui”, explica Garduno.

Por que as pessoas se tornam empreendedoras

Empreendedores criam empregos: sem empresários, empregos não existiriam. Os empreendedores assumem o risco de se empregarem. Sua ambição de continuar o crescimento de seus negócios eventualmente leva à criação de novos empregos. À medida que seus negócios continuam a crescer, ainda mais empregos são criados. Assim, diminuindo as taxas de desemprego, ajudando as pessoas a alimentar suas famílias.

Os empreendedores criam a mudança: os empreendedores sonham grande e, naturalmente, algumas de suas idéias farão mudanças em todo o mundo. Eles podem criar um novo produto que resolva um problema de queima ou aceite o desafio de explorar algo nunca antes explorado. Muitos acreditam em melhorar o mundo com seus produtos, idéias ou negócios.

Os empreendedores dão à sociedade: Enquanto alguns têm essa noção de que os ricos são maus e gananciosos, eles geralmente fazem mais pelo bem maior do que a pessoa comum. Eles ganham mais dinheiro e, portanto, pagam mais impostos que ajudam a financiar os serviços sociais. Os empreendedores são alguns dos maiores doadores para instituições de caridade e organizações sem fins lucrativos por várias causas. Alguns procuram investir seu dinheiro na criação de soluções para ajudar as comunidades mais pobres a terem acesso a coisas que consideramos garantidas como água potável e bons cuidados de saúde.

Por que as pessoas se tornam empreendedoras

o que é empreendedorismo

Com mais de 400 milhões de empreendedores, o empreendedorismo tem um apelo internacional. Todo empreendedor tem seu próprio “por que” que os levou a mergulhar em ser seu próprio patrão. Quer os empresários precisem de mais liberdade ou tornem o mundo um lugar melhor, todos eles assumem o controle de suas vidas vivendo a vida em seus próprios termos. Aqui estão algumas das razões pelas quais as pessoas se tornam empreendedoras:

Para mudar o mundo: muitos empreendedores se esforçam para tornar o mundo melhor. Quer os empresários acreditem na exploração do espaço, eliminem a pobreza ou criem um produto prático, mas revolucionário, acabam por construir uma marca a serviço dos outros. Alguns empreendedores usam seus negócios como uma maneira de levantar capital rapidamente para canalizar suas causas nobres. Para os empreendedores sociais, construir um império é criar um mundo melhor para todos.

Guilherme Paulus, empreendedor do ano pela revista Dinheiro

Com um nome de destaque no cenário de empreendedorismo nacional, Guilherme Paulus, de 68 anos, revelou sua trajetória, motivações e estratégias em entrevista concedida à TV Dinheiro, no programa Moeda Forte. Responsável por impulsionar a companhia CVC, tornando-a uma empresa de renome no cenário de turismo, Paulus também é reconhecido pelos seus trabalhos com a Webjet, empresa tradicional do setor áereo, principalmente pelo seu repasse à companhia Gol, por R$ 70 milhões. É por essas e outras que o empresário foi eleito o Empreendedor do Ano em Serviços, pela revista Dinheiro.

Com um patrimônio pessoal invejável, Guilherme Paulus controla 8% da CVC, empresa estimada em R$ 6,35 bilhões em valores atuais de mercado. Não obstante suas conquistas consideráveis, o empresário ainda investe no setor de hotelaria, especificamente no grupo GJP, ao qual já destinou R$ 600 milhões em recursos nos últimos anos. A empresa, cuja rede de hotéis se estende por 11 estados do Brasil, é uma das que mais crescem no ramo de hotelaria no país.

A rede de hotéis GJP possui atualmente quatro bandeiras: a Linx, de três estrelas; a Prodigy, de quatro estrelas; a Wish, bandeira de cinco estrelas e a linha premium Saint Andrews, com o selo Relais & Châteaux, um dos mais exclusivos da hotelaria nacional, situado na cidade de Gramado. De acordo com os últimos dados de pesquisa, até outubro de 2017 já haviam passado mais de 92 mil hóspedes pela rede GJP, cuja equipe conta com 1,9 mil colaboradores. Guilherme Paulus ainda lembrou que a média atual de hóspedes está em 62 %, com uma tendência de aumento diretamente proporcional aos recursos destinados para investimentos no setor. O levantamento ainda apontou que a taxa de crescimento do grupo GJP teve uma alta de 5% em relação ao mesmo período do ano anterior. Os números, para o empresário, que acabou de inaugurar o Saint Andrews Mountain e que em breve abrirá o Wish Natal, salientam a perspectiva promissora para a área hoteleira e um potencial de crescimento ainda maior no futuro.

O total de investimentos para a rede, que também assumiu recentemente o mando da Marulhos Suítes Resort, em Porto de Galinhas, soma R$ 80 milhões até agora. É por essas medidas e esforços que os empreendimentos de Guilherme Paulus estão entre os mais importantes do país, como é o caso do Wish Foz do Iguaçu, no estado do Paraná, eleito pela World Golf Awards 2017 como o melhor hotel brasileiro de golfe do ano. Como se a conquista do título internacional não bastasse, o empresário também lembrou o lançamento do primeiro condomínio residencial do grupo GJP, também em Foz do Iguaçu, com 109 lotes de moradias entre 800 e 1,8 mil metros quadrados. O valor dos bens residenciais varia entre R$ 528 mil e R$ 1,38 milhão, e projetos similares serão construídos em Maceió e Aracaju.

Apesar dos empreendimentos de Paulus, muitos consideram seus esforços como demasiados corajosos, tendo em vista a desfavorável situação econômica por que passa o país. De acordo com Dilson Jatahy Fonseca Junior, presidente da ABIH Nacional (Associação Brasileira da Indústria de Hotéis), o cenário atual é de uma carga tributária elevada e um exagerado custo no país, sem falar na queda considerável do índice de turismo. Para Fonseca Junior, investir na situação econômica atual é para aqueles que acreditam realmente no Brasil.

Tudo o que você precisa saber para empreender no setor de beleza!

Ao mesmo tempo em que é muito competitivo, o mercado da beleza, no Brasil, é forte e sólido. Segundo a Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (Abihpec), a tendência é que o setor cresça 2% em 2018.

Muita gente quer ter seu próprio negócio e entrar neste mercado, mas não sabe como.A primeira dica é estudar e se atualizar para conseguir competir com outros salões e centros estéticos. Fazer cursos e especializações acaba sendo essencial para se destacar. Ter um empreendimento no ramo da beleza também exige estar por dentro das últimas tendências da moda.

Outra dica importante é encontrar um nicho específico para atender. Atualmente, existem salões especializados nos mais diversos serviços, como cortes para cabelos lisos e afros até pinturas e descolorimentos.

Ainda há estabelecimentos dedicados ao design de sobrancelha ou a cuidar da barba de homens. Definido o seu nicho, fica mais fácil de acompanhar as novidades sobre as quais falamos acima. Lembre-se que as tendências que um adolescente segue são diferentes de uma mulher com mais de 60 anos.

Depois de definir o nicho, é preciso conhecer e entender o cliente. O salão precisa suprir as necessidades de quem o frequentar, levando em consideração seu poder aquisitivo, idade, sexo e outras características que podem ser definidas como importantes. Ao fazer o consumidor sentir-se em casa, há muito mais chances dele voltar a utilizar o serviço.

Em tempos de redes sociais e internet, um bom marketing é outro fator decisivo para se destacar no mercado. No caso do setor da beleza, sempre há possibilidade de fazer parcerias com outros negócios, como fornecedores e marcas. Participar de congressos, eventos e encontros pode ser uma boa forma de se estreitar essas relações e divulgar a marca e serviços especializados. Para os clientes, dar descontos em determinados dias nunca é uma má ideia.

Por fim, é necessário ter cuidado com o preço. Um estabelecimento escolhido somente pelo preço precisa melhorar o seu serviço e atendimento, pois logo pode aparecer um concorrente fazendo um valor ainda melhor!

Microempreendedor Individual e sua estabilidade financeira

Os brasileiros têm procurado cada vez mais serem donos dos próprios negócios, e isso vem ocorrendo cada vez mais dentro da população jovem, tanto que muitas pessoas têm se dedicado exclusivamente ao empreendedorismo, e até mesmo deixando para trás carreiras universitárias e profissionais para trás em busca de uma autonomia exclusivamente próprias, ou seja, as pessoas tem procurado o máximo em se tornarem os próprios chefes, e não ficarem segmentados a um trabalho a qual possam ser mandados a qualquer hora, independentemente do salário ser alto ou não.

Pensando nisso, as pessoas que tem menos condições têm iniciado seus negócios empresariais por meio da modalidade de Microempreendedor Individual – MEI, e de acordo com que vão crescendo tornam-se Microempresários a Empresários de grande porte. Por sua vez, será relatado o sistema de MEI, que por ser o mais acessível pode ser uma das formas de se entrar no mercado de empreendedorismo e ser cada vez mais dono dos próprios caminhos a trilhar, seja profissionalmente até pessoalmente.

O MEI é um modelo de empresariado a qual contempla uma série de atividades profissionais, onde há também a inclusão de outras quinze diferentes atividades secundárias, e por meio destas são possíveis acumular uma renda que tem o teto máximo de 81 mil reais por ano, a qual serão comprovadas mediante pagamento de impostos ao governo numa tributação muito pequena, porém caso haja uma rentabilidade que estoure o limite e também um valor extra para gastos, coloca o empresário em novas modalidades de empreendedorismo, onde por mais que o lucre aumente, as suas taxas tributárias elevam de maneira considerável, o que pode incentivar ao empresário a sempre se manter sob a forma única de MEI, já que há a necessidade apenas de recolhimento do INSS, ICMS ou ISS.

Para tanto, ao registrar-se para ser um MEI mediante o Portal do Empreendedor é possível analisar uma área de interesse, realizar seus registro e se manter legal para poder fazer negócio com qualquer tipo de empresa, seja do governo ou de propriedade privada. Seguindo isso, o MEI terá uma série de vantagens que são parecidas às dos funcionários de carteira assinada, a qual incluem desde o fato de estar assegurado pelo auxílio doença até a aposentadoria.

 

O que é ser empreendedor?

Ser empreendedor no Brasil transparece a ideia de que a pessoa simplesmente vai largar o emprego e trabalhar no que quer que seja diretamente da praia, enquanto que os antigos colegas estão sob estresse e tensão no escritório. A partir disso, no momento em que se começou a difundir a questão de ser empreendedor muitas pessoas acabaram querendo embarcar nesse mundo, que pode ser mágico se tiver toda uma preparação e planejamento estratégico, mas que por outro lado pode se tornar um verdadeiro pesadelo para aqueles que adoram navegar de acordo com a maré e ser mais uma pessoa frustrada com seus planos infundados.

Para aqueles que desejam se tornar empreendedores e só veem o lado positivo como sendo o fato de não precisar mais ter chefe e poder acordar a hora que quiserem, é bom mudarem de pensamento, pois ser empreendedor vai muito além de ser dono do próprio negócio. Ser chefe de si mesmo é ter certeza de que a pessoa é capaz de sozinha construir um modelo de subsistência, ou seja, ela tem uma mente aberta a ponto de criar o próprio negócio e por meio dele conseguir tirar seu sustento. Está muito além de ganhar dinheiro, o empreendedorismo é saber se utilizar das ferramentas que tem para conseguir se destacar e tornar-se competitivo para com as empresas e os negócios que já estão atuando no mercado, só de forma totalmente responsável por suas atitudes.

Por isso é de se esperar que o empreendedor iniciante apresente um padrão de vida virado de cabeça para baixo, pois ele não terá os mesmos rendimentos que antigamente, ele não terá vários dos benefícios que sua empresa antiga disponibilizava, não terá os planos de desconto em escola e de saúde para os filhos. Ser empreendedor é saber fazer escolhas para que por meio delas possa ser mantida uma carreira de sucesso, e isso independe da área. Por isso, para quem não deseja ou não pode ter tantos riscos, nada melhor do que dar o primeiro passo através do registro como Microempreendedeor Individual – MEI, e através dele começar a enxergar os primeiros voos de sucesso a autonomia profissional.

 

Como aumentar o lucro da sua empresa?

Independente de qual ramo você atue, você vende alguma coisa. Seja em uma loja ou na prestação de um serviço, o objetivo é vender. Por isso, uma das coisas essenciais para que você aumente seus lucros e consiga ter mais sucesso, é vender mais. Mas como? Esta é uma das dúvidas mais comuns, por isso, seguem dicas que te auxiliaram.

Antes de qualquer coisa, é necessário definir o seu público-alvo; o que, inclusive, é imprescindível para colocar qualquer dica envolvendo o empreendimento em pratica. Para fazer isso, é necessário conhecer o cliente que está disposto a adquirir o seu produto ou serviço; entendê-lo e voltar suas estratégias de venda e marketing para ele. Além disso, é necessário conhecer os seus concorrentes, as estratégias e os produtos que os mesmos oferecem. Sem contar, que definindo o seu público-alvo, é possível saber o potencial de mercado do seu empreendimento e saber se é o suficiente para mantê-la, o que é essencial para aumenta os lucros.

Um outro incentivo é a realização de promoções, que pode chamar a atenção ao cliente, e assim aumentar os lucros e aproximar cada vez mais o público-alvo da sua empresa. Além disso, é bom conhecer a concorrência para assim apostar em um diferencial, assim, é possível se destacar no mercado e conseguir mais clientes.

Ao contrário do que a maioria das pessoas pensam, não é necessário apenas estar de olho nas inovações para se destacar. O diferencial da sua empresa pode ser um atendimento bom; a especialização em uma área ou produto; uma qualidade superior ou outras coisas. Qualquer seja o aspecto, é necessário identificá-lo e irá destacar a companhia da concorrência, aumentando assim, consequentemente, as vendas.

Outra tática infalível é a criação de programas de fidelidade, uma das estratégias mais usuais e certeiras para aumentar as vendas. Além de motivar que o cliente seja mais próximo da empresa, isso auxilia no envolvimento e no interesse das pessoas pelo empreendimento. Também é uma excelente ideia oferecer recompensas contínuas; descontos exclusivos; brindes; pontuação para trocar por produtos; atendimento diferenciado e outros benefícios.

Apenas com estas dicas de vendas e mudanças no seu planejamento de vendas, já é possível traçar melhores estratégias para vender mais e auxíliar no crescimento dos seus negócios.

Felipe Montoro Jens noticia sobre acordo bilionário entre o BNDES e o BID

No mês de novembro, o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) firmaram um acordo que estabeleceu uma linha de crédito condicional no montante de US$ 2,4 bilhões. Dessa maneira, o objetivo é financiar, a médio e a longo prazo, mais investimentos nos segmentos de energia sustentável, infraestrutura e em projetos com pequenas e médias empresas, informa Felipe Montoro Jens, que é especialista em Projetos de Infraestrutura.

De acordo com uma nota enviada a imprensa pelo BNDES na ocasião, o primeiro contrato de empréstimo desse convênio já foi finalizado, e fará parte do Programa de Financiamento para Energia Sustentável, com o valor correspondente de US$ 900 milhões, dos quais US$ 150 milhões são do BNDES e US$ 750 milhões do BID para o desenvolvimento de programas que promovam a criação de energia eólica no país.

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) surgiu em 1952, e desde então é considerado como um dos principais bancos com foco em desenvolvimento do planeta. Nos dias de hoje, a entidade ainda atua como o maior instrumento do governo federal para financiamentos a longo prazo e investimento para os mais variados setores da economia do país, ressalta o especialista Felipe Montoro Jens.

Segundo o site oficial do BNDES, a instituição fornece apoio aos empreendedores, até mesmo pessoas físicas, na implantação de projetos relativos a expansão, modernização e concretização de novos negócios, levando sempre em consideração o potencial desses projetos para a criação de novas vagas de emprego, o aumento da renda e da inclusão social no Brasil, noticia o Especialista em Projetos de Infraestrutura, Felipe Montoro Jens. Esse apoio é feito por meio de investimentos, financiamentos, concessão de recursos a projetos de viés social e cultural, prestação de garantia e outros.

 

O Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), por sua vez, foi criado no ano de 1959 para servir o objetivo de melhorar a qualidade de vida nos países da América Latina e do Caribe. O site oficial da entidade destaca que ela ajuda em melhorias nos campos da educação, saúde e infraestrutura básica, tentando reduzir os índices de pobreza e de desigualdade social, promovendo o desenvolvimento ecológico e sustentável nesses países.

Além disso, o Banco Interamericano de Desenvolvimento faz parte de um grupo integrado, no qual também estão o Fundo Multilateral de Investimentos (Fumin) e a Corporação Interamericana de Investimentos (CII), informa Felipe Montoro Jens. Nos últimos anos, essas entidades tem buscado agir em conjunto também nos setores da inclusão social e equidade, integração econômica e inovação na campo da produtividade.

Portanto, é possível destacar que as grandes prioridades do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) são dar fim a pobreza e a desigualdade social no continente americano, abastecer as necessidades básicas dos países considerados mais vulneráveis, promover o desenvolvimento com o devido incentivo ao setor privado, combater as mudanças no clima, promover as fontes de energia renováveis e a sustentabilidade, e incentivar cada vez mais a integração regional, reporta Felipe Montoro Jens.

WhatApp Business – novo app para empresários se comunicarem com seus clientes

O WhatsApp vem se mostrando uma grande ferramenta nas mãos de empreendedores espalhados por todo o mundo. Muitas empresas fazem uso deste aplicativo em seus negócios para otimizar seus relacionamentos com os clientes.

Cerca de 80% das médias e pequenas empresas instaladas na Índia e no Brasil utilizam o WhatsApp para se conectar mais facilmente com seus clientes, assim, elevando a conversa para um nível um pouco mais próximo para ambas as partes. Este dado foi retirado de uma pesquisa publicada recentemente pela Morning Consult.

Diante deste elevado número de usuários empreendedores foi que, pensando em proporcionar funcionalidades específicas às pequenas e médias empresas, o WhatsApp desenvolveu o mais novo aplicativo chamado WhatsApp Business.

O software apresenta uma série de novidades práticas. Entre as funções inexistentes na versão tradicional e amplamente conhecida do aplicativo estão o perfil empresarial, que serve para centralizar as informações úteis sobre a empresa, como descrição, contatos e horário de funcionamento; mensagens inteligentes, para o envio de respostas automáticas; e métricas com estatísticas a respeito das mensagens enviadas aos clientes.

Segundo as informações divulgadas pela assessoria da companhia, a nova versão do dispositivo de mensagens foi projetado com o intuito de otimizar a experiência dos empreendedores de todo o mundo que fizeram do WhatsApp um importante instrumento na gestão de seus negócios.

Em nota oficial, a organização destacou que o WhatsApp Business veio para simplificar a vida daqueles que utilizam o software para manter a interação entre empresa e cliente, sendo este um modo mais prático, ágil e conveniente para os 1,3 bilhões de pessoas que usam a ferramenta de comunicação.

Apesar de não haver uma data certa já estipulada, após o lançamento que ocorreu no dia 18 de janeiro, a empresa americana comunicou que o app será disponibilizado para os brasileiros dentro de um mês. A princípio, o WhatsApp Business poderá ser baixado normalmente, isto é, sem a necessidade de convites prévios.

Bancos privados ocupam mais espaço em financiamentos do BNDES

Após as quedas no número total de desembolsos do BNDES que ocorreram nos últimos quatro anos, os bancos comerciais ganharam mais espaço para realizar financiamentos voltados para projetos de infraestrutura com o auxílio do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social.

Além disso, os bancos comerciais ainda contaram com a inflação baixa, que auxilia na previsibilidade que os bancos possuem para as operações em longo prazo. E essa é uma tendência que deve se manter neste ano, seja com operações feitas por organismos multilaterais, com capital próprio ou ainda com fundos de investimentos.

A Consultoria Inter.B estimou através de cálculos e projeções que, somente neste ano, os investimentos acerca de obras para estradas, saneamento, energia elétrica, portos e aeroportos, deverão somar um total de R$ 101,5 bilhões. Esses investimentos deverão acontecer por parte das instituições privadas, que deverão contar com o auxílio do BNDES.

O banco Itaú BBA, por exemplo, aumentou o total de recursos destinados a esse tipo de projeto de infraestrutura em 70% durante o período de 2016 a 2017. Segundo o banco, o maior aumento ocorreu nos projetos voltados para a geração de energia no país, sendo ela solar e eólica. Dentre os projetos do ano passado, o banco contou que foram 43 analisados e financiados pelo BNDES, o que resultou em um total de R$ 7 bilhões. Esse valor utilizado pelo banco no ano passado significa uma parcela de 10% dos recursos que são liberados pelo BNDES para a realização de projetos de um modo geral.

As instituições privadas mantém ótimas perspectivas sobre a conclusão dos projetos previstos, sustentando a ideia dos leilões que ocorrem quando as obras são entregues por elas. Somente neste ano, haverá leilões de geração de energia e do metrô da cidade de São Paulo, que são projetos realizados por instituições privadas.

O banco Itaú BBA informou que além do auxílio do BNDES, as relações do banco conta com o apoio da Corporação Financeira Internacional, a IFC na sigla original em inglês. Essa relação com a IFC permite ao banco Itaú BBA uma melhor projeção de longo prazo para projetos de infraestrutura, pois o órgão possui uma maior estabilidade por ser braço direito do Banco Mundial.

O superintendente executivo Edson Ogawa do Project Finance do banco Santander, disse: “Claramente, temos percebido que parte da nossa carteira de clientes tem interesse em estudar outras alternativas além do BNDES. Antes, isso não existia, porque a diferença de juros cobrados pelo banco de fomento e pelo mercado era muito gritante”.